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Com natureza preservada e projetos autorais, imóveis na Interpraias devem valorizar até 50% em dois anos

Em uma cidade conhecida pela verticalização, a faixa litorânea de Balneário Camboriú formada por Estaleiro, Estaleirinho, Taquaras, Taquarinhas, Pinho e Laranjeiras passou a operar em outra lógica: baixa densidade, restrições ambientais rígidas e arquitetura como ativo central de valor. Segundo levantamento da J. Maurício, empresa especializada em transações imobiliárias na Interpraias há mais de 25 anos, o metro quadrado local acumulou valorização superior a 200% nos últimos cinco anos e a projeção agora é de alta adicional de até 50% em dois anos, sustentada por oferta limitada, novos empreendimentos autorais e um pacote de infraestrutura que inclui R$ 720 mil em investimentos em segurança e monitoramento territorial.

“Interpraias deixou de ser apenas uma alternativa ao centro verticalizado de Balneário Camboriú e passou a formar um mercado próprio sustentado pela previsibilidade. O investidor sabe que ali existem regras ambientais e urbanísticas que limitam o adensamento, protegem o entorno e preservam a paisagem. Quando a oferta é curta, o produto é bem desenhado e o território mantém sua essência, a valorização deixa de ser episódica e passa a seguir uma trajetória mais consistente”, afirma Maurício Girolamo, CEO da J. Maurício e vice-presidente do conselho gestor da APA Costa Brava.

Na prática, esse diferencial está no “manual” de ocupação. A Interpraias está inserida em uma área de proteção ambiental com plano de manejo que define parâmetros por zona. Nas áreas planas, o limite é de até três pavimentos e a ocupação máxima chega a 40% do terreno; na morraria, o gabarito é menor e a ocupação, mais restrita. Esse desenho reduziu a margem para projetos de escala e empurrou o mercado para outra direção: menos volume, mais projeto. O resultado é um território em que o valor do imóvel depende cada vez mais da implantação, da assinatura e da capacidade de a arquitetura dialogar com a paisagem.

Um dos casos  é o projeto da construtora Blue Heaven focada em luxo integrado à natureza, no Estaleirinho, assinado por Márcio Kogan e Samanta Cafardo, do Studio MK27. O empreendimento terá apenas seis apartamentos em três pavimentos e adota soluções construtivas pouco usuais no mercado residencial brasileiro, como estrutura em madeira engenheirada e embasamento em concreto ciclópico, com grandes blocos de pedra aparentes. A proposta é criar um edifício que se dissolve na paisagem, com volumes horizontais que lembram lajes suspensas, grandes aberturas envidraçadas e integração direta com a restinga. As unidades, com até 312 m², terão piscinas orgânicas privativas e terraços com jardins amplos, enquanto cerca de 60% do terreno terá a biodiversidade preservada, reforçando a lógica de um projeto que se adapta ao ambiente, e não o contrário. 

Outro exemplo vem da AG7, incorporadora com foco em wellness building do Brasil, que anunciou a transformação da área do antigo Parador Estaleiro Hotel em seu primeiro empreendimento de alto luxo em Santa Catarina, na Praia do Estaleirinho. O projeto, com investimento estimado em R$ 282 milhões, terá arquitetura de Isay Weinfeld e apartamentos entre 300 m² e 450 m², com proposta voltada ao bem-estar e a um modelo residencial de baixa densidade.

Para Theo Girolamo, corretor da J. Maurício, isso indica uma mudança no perfil da região. “A entrada de incorporadoras com histórico em projetos premiados em sustentabilidade e em wellness building mostra que a Interpraias passou a atrair investimentos de longo prazo em ativos de oferta limitada. O que está em construção ali é uma identidade. Quando você combina arquitetura autoral, paisagem preservada, regras e oferta limitada, o território começa a ser reconhecido por um padrão próprio. Isso muda a percepção de valor. O comprador não está levando só um imóvel, mas um lugar que tende a ficar mais raro com o tempo”, afirma.

Se a projeção da J. Maurício se confirmar, a região caminha para um novo patamar de preço e posicionamento. No centro de Balneário Camboriú, a lógica segue sendo a altura e a escala. Na região da Interpraias, o vetor é outro: escassez regulada, desenho autoral e preservação do entorno. É essa diferença que começa a transformar o trecho mais preservado do município em uma espécie de galeria a céu aberto do litoral catarinense.

Sobre a J. Maurício Imobiliária

Com mais de 25 anos de atuação, a J. Maurício Imobiliária é especializada na região da Interpraias, em Balneário Camboriú/SC (Laranjeiras, Taquaras, Pinho, Estaleiro e Estaleirinho), com foco na intermediação de imóveis. A empresa tem sede no Estaleirinho e atua com curadoria de oportunidades e condução completa das negociações, com atenção a aspectos documentais e às regras ambientais e urbanísticas que regem a APA Costa Brava. 

Mais informações: www.jmauricioimobiliaria.com.br.

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Câmara de Parnamirim inaugura Sala da Procuradoria da Mulher e reforça políticas de proteção feminina

A Câmara Municipal de Parnamirim realizou, nesta segunda-feira (4), a inauguração da Sala da Procuradoria da Mulher, iniciativa voltada ao fortalecimento das ações institucionais de defesa dos direitos das mulheres no âmbito do Legislativo municipal. A vereadora Rárika Bastos assume a procuradoria, que será coordenada pela pesquisadora Udymar Pessoa.

Para a vereadora, a criação do espaço tem como objetivo ampliar o acolhimento, o acompanhamento de demandas e o enfrentamento à violência de gênero. “A instalação da Procuradoria representa um avanço significativo na estrutura de apoio institucional e será um espaço de acolhimento e de garantia de direitos”, afirmou.

A Procuradoria da Mulher passa a funcionar como um canal direto de escuta e encaminhamento de denúncias, além de atuar na articulação de políticas públicas e na promoção de campanhas educativas. A iniciativa integra um conjunto de ações que buscam consolidar a atuação da Câmara em pautas relacionadas à equidade de gênero e à proteção das mulheres no município.

Rárika também ressaltou que a criação do novo espaço amplia a capacidade da Câmara de atuar de maneira mais efetiva no enfrentamento à violência e na promoção de políticas públicas voltadas às mulheres, fortalecendo a rede de proteção no município.

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Dia das Mães: 7 formas de apoiar mães de pessoas com Autismo e outras neurodivergências

A maternidade é cercada por aprendizados, adaptações e desafios diários. Quando se trata de mães atípicas — aquelas que cuidam de filhos com neurodivergências como autismo, TDAH, dislexia, discalculia, dispraxia e síndrome de Tourette — essa realidade pode ser ainda mais intensa, exigindo maior disponibilidade emocional, organização da rotina e o enfrentamento de demandas constantes.

Nesse contexto, o suporte de familiares, amigos e da sociedade se torna essencial. Para o psicólogo Filipe Colombini, especialista em parentalidade e neurodivergências, contar com uma rede de apoio estável é fundamental para preservar a saúde mental dessas mães. “A sobrecarga não vem apenas da rotina, mas da sensação de estar sempre em alerta e, muitas vezes, de carregar essa jornada sozinha. Quando essa mulher se sente acolhida, ela ganha fôlego emocional para sustentar os desafios do dia a dia”, explica. 

O especialista também destaca que ter com quem contar faz diferença concreta na vivência da maternidade atípica. “Não se trata de eliminar as dificuldades, mas de garantir que essa mãe tenha apoio para dividir seus desafios ao longo do caminho. Esse amparo contínuo transforma completamente essa experiência.” 

“Ou seja, fortalecer a rede de apoio é um passo essencial para promover mais qualidade de vida às mães atípicas e suas famílias, além de contribuir para a construção de uma sociedade mais empática, inclusiva e consciente”, afirma o especialista.

A seguir, confira 7 formas de apoiar a maternidade atípica, segundo o psicólogo Filipe Colombini:

  1. Faça parte da rede de apoio de forma ativaNão só ajudar de forma pontual, mas estar presente de maneira contínua contribui muito com uma rotina exaustiva de uma mãe atípica. Atitudes como se interessar pelas necessidades da família e se disponibilizar para ajudar em diferentes momentos traz mais segurança emocional para a mãe. “Rede de apoio não é só estar disponível quando sobra tempo, mas se comprometer com a presença. Isso faz com que essa mãe se sinta acolhida e amparada de verdade”, destaca Filipe.
  2. Ofereça ajuda prática no dia a diaA rotina de uma mãe atípica costuma ser intensa, com consultas, terapias e cuidados constantes. Por isso, pequenas ações práticas fazem grande diferença. Preparar uma refeição, auxiliar com tarefas domésticas ou cuidar da criança por algumas horas são atitudes que aliviam a sobrecarga. “Esse tipo de suporte permite que a mãe tenha momentos de respiro e consiga reorganizar sua energia física e emocional”, diz Colombini.
  3. Respeite o tempo e os limites dessa mãeCada criança tem suas particularidades, e cada família possui sua própria forma de lidar com os desafios. Comparações, julgamentos ou opiniões não solicitadas podem aumentar ainda mais a pressão emocional. “É importante entender que não existe um padrão único de maternidade. Respeitar os limites e as escolhas dessa mãe é uma forma de cuidado e empatia”, explica o psicólogo.
  4. Busque informações sobre a neurodivergênciaBuscar informações sobre as condições da criança é um passo importante para acolher melhor essa família atípica. Isso ajuda a reduzir preconceitos, evita interpretações erradas e contribui para uma convivência mais acolhedora. “Quando o entorno entende melhor a realidade da criança, a mãe deixa de carregar sozinha o peso de explicar e justificar situações do dia a dia”, ressalta o especialista.
  5. Promova inclusão nos diferentes ambientesA inclusão não deve acontecer apenas no discurso, mas também na prática. Adaptar ambientes, flexibilizar rotinas e acolher as necessidades da criança são atitudes que impactam diretamente na qualidade de vida da família. “Quando a sociedade se adapta, a mãe deixa de viver em constante estado de alerta. Isso reduz o estresse e favorece o desenvolvimento da criança”, ressalta Colombini
  6. Pratique a escuta ativa e o acolhimento emocionalMuitas mães atípicas enfrentam sentimentos de exaustão, culpa e solidão. Ter um espaço seguro para falar, sem julgamentos ou interrupções, é fundamental. “Ouvir com atenção, validar emoções e evitar minimizar as dificuldades são formas simples, mas extremamente potentes de apoio emocional”, afirma o psicólogo.
  7. Incentive e viabilize momentos de autocuidadoO cuidado com a criança costuma ocupar grande parte do tempo dessas mães, fazendo com que elas deixem suas próprias necessidades em segundo plano. Por isso, incentivar e possibilitar momentos de descanso, lazer ou autocuidado é essencial. “Cuidar de si não é um luxo, é uma necessidade. Quando essa mãe consegue se reconectar consigo mesma, ela também se fortalece para cuidar do outro”, afirma o especialista.

Mais sobre Filipe Colombini: psicólogo, fundador e CEO da Equipe AT, empresa com foco em Acompanhamento Terapêutico (AT) e atendimento fora do consultório, que atua em São Paulo (SP) desde 2012. Especialista em orientação parental e atendimento de crianças, jovens e adultos. Especialista em Clínica Analítico-Comportamental. Mestre em Psicologia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). Professor do Curso de Acompanhamento Terapêutico do Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas – Instituto de Psiquiatria Hospital das Clínicas (GREA-IPq-HCFMUSP). Professor e Coordenador acadêmico do Aprimoramento em AT da Equipe AT. Formação em Psicoterapia Baseada em Evidências, Acompanhamento Terapêutico, Terapia Infantil, Desenvolvimento Atípico e Abuso de Substâncias. 

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Arte da hotelaria de luxo é transportada para megaiate de 25 metros 

A arquitetura de interiores do megaiate Azimut Grande 25 Metri materializa o estado da arte do design náutico italiano. Contudo, o luxo contemporâneo exige inteligência e curadoria impecável. No salão principal, o mobiliário ganha status de obra de arte com a assinatura de designers globais da Yachtique, unidade do Grupo Azimut-Benetti, e inclui peças como um sofá Cassina desenvolvido sob medida para a embarcação.

Já no Brasil, conforme explica a designer Naiara Bogo, responsável pela personalização dos iates da marca em solo nacional, a sofisticação de acabamentos traz elementos visuais exclusivos como o mármore Green Forest. A pedra com veios marrons e outros tons claros traz a natureza a bordo e funciona como um atestado de exclusividade, valorizada tanto por sua raridade geológica quanto pela altíssima complexidade logística para ser inserida dentro de um barco. Para coroar o espaço, um projeto luminotécnico de vanguarda esculpe a atmosfera que integra as áreas internas e externas e as inovações do megaiate na engenharia, como um terraço lateral retrátil, uma inovação para um megaiate e que amplia a conexão com a natureza ao criar uma varanda suspensa sobre o mar e ampliar ainda mais o living.

Para adaptar o megaiate aos desejos de cada proprietário, o serviço de personalização atua para trazer o luxo confortável e que represente o estilo de vida do cliente, conforme explica a designer Naiara Bogo. Na Azimut Grande 25 Metri, por exemplo, a opção foi adotar carpetes hi-tech desenvolvidos a partir de matrizes sustentáveis que substituem revestimentos tradicionais, e entregam uma superfície com resistência extrema à água, à insolação e a manchas. Na transição para os lounges externos, a estética premium se mantém intacta com a aplicação de tecidos exclusivos projetados para oferecer toque macio e resistência ao clima marítimo e que emoldura espaços de convivência.

Essa lógica de “mansão flutuante” segue na sala de jantar, que ganha contornos de requinte com a personalização completa da mesa posta, desenhada para o proprietário. A excelência operacional se estende à área gourmet, que chega equipada com eletrodomésticos como os da prestigiada marca alemã Miele, sinônimo global de durabilidade e alta gastronomia. Outro diferencial são os brises deslizantes entre a cozinha e o salão principal, que podem ser abertos ou fechados conforme a ocasião, e tornar os dois ambientes independentes.

Já na área de popa, o conceito “Infinity Terrace” transforma o ambiente em uma varanda suspensa sobre o mar em integração perfeita com o salão principal. As portas de vidro de grandes dimensões, alinhadas com o piso no mesmo nível, proporcionam uma transição visual contínua entre os espaços internos e externos, que ampliam a sensação de liberdade. Além disso, a mesa de jantar estrategicamente posicionada ao comprimento do barco, com sofás nas laterais, oferece visão de 180 graus da popa à proa e conecta os passageiros à paisagem do mar e da natureza. Já no flybridge, o espaço pode ser personalizado com jacuzzi, bar ao estilo americano, área gourmet ou lounges amplos.

Na área íntima, o padrão de pernoite nas quatro suítes replica o rigor da alta hotelaria, design contemporâneo e linhas orgânicas se destacam, complementadas por acabamentos de altíssimo padrão. A suíte máster, localizada na meia-nau, oferece vistas panorâmicas do mar através de suas janelas imersivas, enquanto a cabeceira em linho e o carpete artesanal reforçam o toque de sofisticação. O grande diferencial da suíte principal são os dois banheiros privativos ao casal, além do uso do mármore Green Forest nas bancadas e ducha, que torna o ambiente ainda mais exclusivo. O serviço de decoração pode integrar enxovais personalizados com fios de altíssima contagem a um sistema de persianas e blackouts automatizados, garantindo controle cênico de luz, e conforto.

A complexa engenharia da Azimut Yachts, líder global em embarcações de grandes dimensões como a 25 Metri, intensifica a exclusividade com o uso intensivo de fibra de carbono, moldada dentro da fábrica da marca, em sua superestrutura. O material reduz o peso do megaiate, permite a ampliação dos volumes internos e estabelece novos parâmetros de navegabilidade, performance e eficiência nas águas.

Sobre a Azimut Yachts

Azimut Yachts é uma marca do Grupo Azimut|Benetti, líder mundial na fabricação de iates de luxo, com matriz na Itália. Com suas coleções Verve, Atlantis, Magellano, Flybridge, S, Seadeck e Grande, oferece a maior variedade de iates do mercado, atendendo a diferentes perfis de navegação. Presente em 80 países por meio de uma rede de 138 centros de vendas e assistência, conta com uma fábrica no Brasil desde 2010, que produz embarcações de 51 a 100 pés.

https://www.azimutyachts.com.br

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Malha fina atinge 11% das declarações do IRPF 2026; especialistas apontam erros mais comuns

A malha fina já atinge 11% das declarações do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026, de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Fazenda. Ao todo, 881,6 mil declarações foram retidas entre as 9,1 milhões já entregues à Receita Federal. Para especialistas, os erros mais comuns envolvem omissão de rendimentos, divergências em informes financeiros e despesas declaradas sem comprovação. 

O percentual está acima do registrado no mesmo período do ano passado, quando 8% das declarações haviam sido retidas. A própria Receita, no entanto, informa que esse índice costuma diminuir conforme avança o prazo de entrega e os contribuintes corrigem inconsistências.

Para o contabilista Fábio Edelberg, CEO da Navecon, a divergência entre os dados declarados pelo contribuinte e as informações enviadas à Receita por empresas, bancos, clínicas, hospitais e outras fontes está entre os principais motivos de retenção. Quando há inconsistência, a declaração fica retida para análise.

“O pré-preenchimento ajuda, mas não substitui a conferência. Se uma informação vier errada ou incompleta na base da Receita, cabe à pessoa física identificar a divergência e fazer a correção antes ou depois do envio”, afirma.

O dado foi registrado em um ano em que 61% dos declarantes usaram a declaração pré-preenchida. Embora a ferramenta reúna automaticamente informações de fontes pagadoras, bancos e prestadores de serviços, a conferência dos dados antes do envio continua sendo responsabilidade do contribuinte. 

Segundo Edelberg, a atenção deve ser maior em rendimentos recebidos de mais de uma fonte, despesas médicas, informes bancários, previdência, dependentes e dados de bens e investimentos. “A Receita cruza informações em diferentes bases. Pequenas diferenças de valor, omissões ou dados incompatíveis já podem ser suficientes para reter a declaração”, diz.

O prazo para envio da declaração do IRPF 2026 termina em 29 de maio. A entrega fora do período gera multa por atraso. Além disso, a ordem de pagamento das restituições considera critérios legais de prioridade e a data de envio da declaração, desde que não haja inconsistências. 

Sobre a Navecon

Fundada em 2013, a Navecon é uma empresa focada em gestão e inteligência contábil, financeira, patrimonial e tributária, com sede no estado de Santa Catarina, e atuação em todo o território nacional. A companhia atende atualmente mais de 1.350 empresas com presença relevante em segmentos como indústria, comércio, e-commerce, logística e distribuição. Ao longo de sua trajetória, consolidou-se como uma parceira estratégica para empresas que buscam maior eficiência na gestão de seus recursos e maior segurança nas decisões empresariais.

Mais informações: https://navecon.net.br/

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