Coluna Versátil News

Geraldo Azevedo celebra sua longevidade artística com show em Natal repleto de clássicos

Comemorando 50 anos de trajetória, Geraldo Azevedo sobe ao palco dia 17 de abril, acompanhado apenas de seu violão e sua voz inconfundível, criando uma atmosfera emocionante para um repertório de diferentes fases e parceiros musicais, como Dona da Minha Cabeça, Moça Bonita, Chorando e Cantando, Táxi Lunar

O cantor e compositor Geraldo Azevedo se apresenta em Natal no dia 17 de abril, no Teatro Riachuelo, com o espetáculo intimista “Voz & Violão”. Com mais de 50 anos de trajetória e aos 80 anos de idade, Geraldo Azevedo segue como referência para as novas gerações de público e de artistas, impulsionados pela atemporalidade de suas composições.

O artista sobe ao palco acompanhado apenas de seu violão, criando uma atmosfera acolhedora e emocionante. O repertório passeia por diferentes fases de sua carreira, reunindo clássicos que atravessam décadas e seguem vivos na memória afetiva do público. 

Entre os destaques do setlist estão “Dia Branco”, “Dona da Minha Cabeça”, “Caravana” e “Táxi Lunar”, além de “Bicho de Sete Cabeças” e “Moça Bonita”. O show também inclui músicas como “Canta Coração”, “Chorando Cantando”, “Estrela Guia” e “Sabor Colorido”, além de releituras e interpretações de obras marcantes da música brasileira, como “Paula e Bebeto” e “Sabiá”.

Geraldo Azevedo é reconhecido como um dos grandes nomes da música brasileira, construiu uma obra marcada pela fusão de influências — da bossa nova aos ritmos nordestinos — e por parcerias com artistas como Alceu Valença, Zé Ramalho, Vital Farias,Capinam, Fausto Nilo, Nando Cordel, Carlos Fernando. Muitas de suas canções foram imortalizadas também na voz de Elba Ramalho. Ao longo de sua carreira, também integrou projetos marcantes como “O Grande Encontro”. 

O artista vai lançar em 2026 o álbum gravado ao vivo “Oitentação”, que celebra seus 80 anos da turnê iniciada ano passado, na qual inclui raridades como o reggae “Só Porque”, lançado em 1989. 

SERVIÇO

Geraldo Azevedo, Voz e Violão 

Dia 17 de abril, 21h, no Teatro Riachuelo

A duração do show é de 1h20m

Ingressos disponíveis aqui 

https://uhuu.com/comprar-ingressos/rn/natal/geraldo-azevedo-15798/#/fluxo-de-selecao
Coluna Versátil News

Depois da Europa, conceito de “floresta vertical” chega ao Brasil em projeto de 26 unidades em SC

Primeiro edifício-árvore do Brasil será construído em Balneário Camboriú, cidade catarinense conhecida pelo skyline repleto de arranha-céus e por registrar um dos metros quadrados mais valorizados do país. O Auris Residenze, do Fischer Group, prevê redução de até 42% na demanda por ar-condicionado a partir do desenho da fachada com jardineiras estruturais e brises, além de economia estimada de até 52% no consumo de água com reuso de águas cinzas e pluviais. A proposta inclui ainda diminuição de cerca de 26% no consumo total de energia.

——————————————

FOTOS PARA DOWNLOAD

Link: https://drive.google.com/drive/folders/1YIaNVhj9cMMBzZcXbol5x5Yple9ouISe?usp=sharing 

Créditos: Divulgação/Fischer Group

——————————————

Março, 2026 – O conceito de edifícios com vegetação incorporada à fachada ganhou escala na Europa na última década e passou a influenciar projetos em diferentes países. O caso mais conhecido é o Bosco Verticale, em Milão, na Itália, que levou centenas de árvores para varandas estruturais e transformou o prédio em referência internacional de arquitetura urbana com impacto ambiental mensurável. Na França, a Tour Elithis Danube foi concebida como edifício residencial de energia positiva, produzindo mais energia do que consome. A lógica por trás desses projetos deixou de ser apenas estética. A vegetação passou a desempenhar função térmica, ambiental e econômica. 

No Brasil, a principal referência desse modelo está em Balneário Camboriú, cidade marcada pela verticalização intensa e por um dos metros quadrados mais valorizados do país. Conhecida pelo skyline dominado por arranha-céus, a cidade receberá o Auris Residenze, empreendimento do Fischer Group, primeiro edifício-árvore do país. Com apenas 26 apartamentos exclusivos, o residencial incorpora jardineiras estruturais à própria fachada, instaladas entre o concreto e as áreas internas. A vegetação não cumpre apenas a função ornamental, ela faz parte do desenho técnico do edifício, criando jardins suspensos permanentes que interferem no comportamento térmico da construção e definem sua identidade visual. 

Segundo dados técnicos apresentados pela incorporadora, a configuração da fachada pode reduzir em até 42% a necessidade de ar-condicionado ao atuar como barreira natural contra a incidência solar direta. O projeto também prevê reaproveitamento de águas cinzas e pluviais, com estimativa de redução de até 52% no consumo hídrico, além de sistema de filtragem e renovação de ar, sensores de CO₂ inclusive nas áreas de garagem e purificadores de água distribuídos nas áreas comuns.

O edifício foi concebido para atender padrões internacionais como WELL Building Standard e LEED. O projeto é assinado pelo renomado arquiteto italiano Marco Casamonti, fundador do escritório Archea Associati, responsável por obras na Europa e na Ásia. A proposta parte do princípio de que a vegetação não deve funcionar como elemento decorativo, mas como componente estrutural permanente da edificação, integrada à fachada e ao desempenho térmico do prédio.

“Quando observamos Balneário Camboriú, percebemos uma cidade muito vertical e muito próxima do mar, mas com pouca relação direta entre arquitetura e natureza. Nosso objetivo não era adicionar verde como ornamento, e sim integrá-lo à estrutura do edifício. A vegetação faz parte do desempenho térmico da fachada e da forma como o prédio responde ao clima. Não é um gesto estético, é uma decisão técnica. Hoje a sustentabilidade não pode ser tratada como discurso. Ela precisa estar no desenho estrutural do edifício. No Auris, a vegetação participa da solução construtiva, influencia o conforto térmico e reduz a demanda energética. É uma arquitetura pensada a partir do clima e da cidade”, afirma Marco Casamonti, fundador da Archea Associati.

A decisão de integrar vegetação à estrutura do edifício também dialoga com uma mudança no comportamento do comprador de alto padrão. Em um mercado historicamente orientado por altura e ostentação, eficiência energética, qualidade ambiental interna e custo operacional começam a pesar na equação de valor, especialmente em cidades com território limitado e forte presença de investidores patrimoniais.

“Balneário Camboriú construiu sua imagem a partir da verticalização e da valorização imobiliária. Agora é o momento de discutir como esses edifícios se relacionam com o clima e com a cidade. O Auris não foi pensado para ser o mais alto, mas para oferecer desempenho, conforto e permanência de valor no longo prazo. Acreditamos que o novo luxo está ligado a eficiência e qualidade de vida”, afirma Cláudio Fischer, CEO do Fischer Group.

Sobre o Fischer Group

Focado em projetos ousados e visão empreendedora marcada por gerações, a história do Fischer Group tem relação direta com o desenvolvimento da cidade catarinense de Balneário Camboriú, e iniciou na década de 50 com a inauguração do primeiro hotel de luxo da cidade, o Hotel Fischer, um marco para hotelaria local e nacional na época e que recebeu grandes personalidades públicas e celebridades. A marca Fischer seguiu em renovação e, por meio de especializações e estudos intensos no Brasil e no exterior, trouxe na terceira e na quarta geração, a missão de propagar o “novo luxo” diretamente relacionado à qualidade de vida.  Por meio de parcerias com grandes marcas da construção civil, executou empreendimentos diferenciados e de alto padrão como o Terraço Boa Vista e o Fischer Dreams, que está sendo erguido no mesmo local do antigo hotel, além de estar desenvolvendo projetos como o Casa Cubo e o Casa Estaleiro. Auris Residenze entra no mercado como uma  “obra-prima da arquitetura viva” e consolida ainda mais o Fischer Group no mercado de empreendimentos ao estilo “boutique”. 

https://aurisresidenze.com/
https://www.fischergroup.com.br/

Coluna Versátil News

Governo e ISI-ER lançam Atlas que aponta competitividade do RN no hidrogênio verde

Atlas apresenta potenciais de produção e custo do hidrogênio verde no estado. O presidente da FIERN e do Conselho Regional do SENAI-RN, Roberto Serquiz, e a governadora Fátima Bezerra, no centro da foto, participaram do lançamento nesta sexta-feira

O Rio Grande do Norte é uma das regiões mais promissoras do Brasil e do mundo para o desenvolvimento da indústria de hidrogênio verde e poderá alcançar custos de produção inferiores aos registrados em países da Europa – entre os líderes globais do setor.

Essas e outras conclusões fazem parte do Atlas de Hidrogênio Verde do estado, lançado nesta sexta-feira (10), em Natal, na sede do governo.

O trabalho é fruto de um Termo de Colaboração firmado entre o governo do estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), e a Federação das Indústrias (FIERN), com execução do SENAI-RN, por meio do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER).

Participaram do desenvolvimento geógrafos, geólogos, químicos, engenheiros químicos, economistas, engenheiros civis, cientistas de dados e meteorologistas que integram a equipe de pesquisadores/as, técnicos/as e bolsistas do Instituto.

Clique aqui para fazer o download gratuito do Atlas:
http://www.sedec.rn.gov.br/Conteudo.asp?TRAN=ITEM&TARG=368047&ACT=&PAGE=&PARM=&LBL=NOT%CDCIA

E aqui para acessar os dados na Plataforma de Energias do RN:
https://plataformadeenergiasrn.com.br/

Destaque

“O Rio Grande do Norte tem uma das maiores riquezas estratégicas do mundo contemporâneo, que é o vento. A partir disso nasceu o Atlas, trazendo o potencial e as áreas prioritárias onde a produção de hidrogênio verde pode acontecer em larga escala”, afirmou o presidente da FIERN e do Conselho Regional do SENAI-RN, Roberto Serquiz, ao destacar a liderança do estado na geração de energia eólica onshore, ao lado da Bahia.

Ele também ressaltou o papel do estado no futuro energético do país. “O futuro energético do Brasil passa cada vez mais pelo RN. Estamos desenhando esse futuro ao consolidar investimentos e criar condições para que eles cresçam”, disse.

Roberto Serquiz: “O futuro energético do Brasil passa cada vez mais pelo RN. Estamos desenhando esse futuro ao consolidar investimentos e criar condições para que eles cresçam”

A governadora Fátima Bezerra classificou o Atlas como “mais um passo firme e concreto em direção ao desenvolvimento”, reforçando o protagonismo do estado na transição energética.

O pesquisador do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis e um dos coordenadores do Atlas, Raniere Rodrigues, observou, durante a apresentação dos dados, que “a ferramenta contribui para reduzir incertezas e orientar decisões de investimentos no estado”. Ele também destacou que as informações serão continuamente atualizadas para o público. 

“O Rio Grande do Norte poderá alcançar custos de produção competitivos entre 2030 e 2035, corroborando com publicações de instituições como EPE (Empresa de Pesquisa Energética) e IEA (International Energy Agency)”, disse ele.

Já a pesquisadora Mariana Torres, também coordenadora do estudo, destacou o ineditismo do trabalho. “É a primeira vez, no Brasil, que um Atlas apresenta estimativas de custo de produção de hidrogênio verde com esse nível de detalhamento”, afirmou.

De acordo com ela, “a principal conclusão do documento é que o hidrogênio verde no estado do Rio Grande do Norte apresenta elevado potencial técnico e forte competitividade econômica em escala global, especialmente quando associado à geração eólica onshore, que combina recurso energético de alta qualidade com custos nivelados de produção significativamente reduzidos”. 

“A ampla disponibilidade territorial para geração solar amplia esse potencial total de produção, reforçando o papel do estado como polo emergente dessa indústria”, acrescentou.

O estudo aponta a região de Mossoró como destaque entre as áreas prioritárias para a produção do combustível. “Mossoró aparece como destaque por ser o grande centro, mas estamos falando aqui de uma região inteira, de uma área do litoral norte do Rio Grande do Norte que vai desde São Miguel de Gostoso até Tibau, que tem disponibilidade de energia, potencial para ampliação de geração tanto da fonte eólica quanto solar, acesso ao mar para dessalinização de água e acesso à água dos rios, um dos insumos utilizados no processo produtivo”, explica o diretor do SENAI-RN e do ISI-ER, Rodrigo Mello. 

Durante o lançamento do Atlas, a governadora entregou a primeira licença do estado para instalação de uma planta de produção de hidrogênio verde e amônia verde. O projeto, da empresa Brazil Green Energy, prevê investimento de quase R$ 12 bilhões no município de Areia Branca.

Raniere Rodrigues, pesquisador do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis e um dos coordenadores do Atlas, durante apresentação dos dados: Ferramenta contribui para reduzir incertezas e orientar decisões de investimentos no estado”

Potencial

Chamado de “combustível do futuro”, o hidrogênio verde é um gás produzido a partir de eletrólise, um processo físico-químico que utiliza a energia de fontes renováveis, como eólica e solar, para quebra da molécula da água. 

No contexto da transição energética, surge como alternativa ao hidrogênio cinza – derivado de combustíveis fósseis – e pode ser usado tanto como insumo industrial quanto como combustível, permitindo também a aplicação de soluções para armazenamento de energias renováveis e o atendimento das demandas de produtos sustentáveis para exportação, como amônia verde e aço verde, abrindo novas possibilidades de comércio para o Brasil com o mundo. 

O Atlas aponta um potencial de produção no estado de 90 milhões de toneladas por ano, considerando todas as áreas mapeadas como aptas. Nos cenários mais conservadores, com uso de apenas 10% dessas áreas, a capacidade estimada chega a cerca de 10 milhões de toneladas anuais.

Os custos de produção variam entre 1,92 e 4,20 US$/kg (eólica) e entre 3,40 e 3,58 US$/kg (solar), abaixo dos registrados em projetos europeus e em uma trajetória que tende a se aproximar ao patamar considerado competitivo frente ao hidrogênio de origem fóssil.

Rodrigo Mello, diretor do SENAI-RN e do ISI-ER aponta o custo da energia como vantagem do estado de olho no hidrogênio verde: “O principal fator para transformar esse potencial em realidade é a disponibilidade de energia renovável a preços competitivos. E é isso que o estado oferece hoje”

“O Atlas registra, sob forma de números e dados medidos, o grande volume potencial de geração que nós temos no estado. E eu não trato das 90 milhões de toneladas de potencial teórico. Eu trato de 10% de aproveitamento desse potencial, que seriam 10 milhões de toneladas, que é a perspectiva de consumo em 2040. Então o Rio Grande do Norte mostra, com dados medidos, que isso é possível”, destaca Rodrigo Mello.

Segundo ele, o diferencial está no custo da energia. “O principal fator para transformar esse potencial em realidade é a disponibilidade de energia renovável a preços competitivos. Não adianta ter um grande volume se ele não for competitivo. E é isso que o estado oferece hoje”, diz.

“Com isso, a gente caminha para um cenário em que o Rio Grande do Norte pode entregar energia na forma de hidrogênio a preços competitivos com os praticados nas últimas décadas. Isso faz com que o hidrogênio verde deixe de ser apenas uma agenda de transição energética e passe a ser um negócio atrativo para a dona de casa, para o posto de gasolina, para a indústria, capaz de se sustentar sem depender de políticas específicas. É um contexto em que o estado se torna extremamente atrativo e estratégico para a indústria internacional voltada à produção de hidrogênio”.

Pouco tempo atrás, frisou o diretor, “isso era um sonho distante, uma mera perspectiva”. “Hoje nós temos um ambiente legal estabelecido, um potencial dimensionado, medido, as primeiras licenças para instalação de um processo industrial e o primeiro grande projeto de inovação para o desenvolvimento de novas tecnologias na área, para checar novos modelos de negócio do Brasil aqui no Rio Grande do Norte”, analisou ele, fazendo menção à primeira planta-piloto da Petrobras para produção de hidrogênio renovável, em desenvolvimento na Usina Termelétrica do Vale do Açu (Termoaçu), no município de Alto do Rodrigues, por meio de parceria com o ISI-ER.

O diretor do SENAI-RN e do ISI-ER, Rodrigo Mello, com integrantes da equipe do Instituto que participaram do desenvolvimento do Atlas

Mercado interno deve puxar hidrogênio verde no Brasil

Para o diretor do SENAI e do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis, Rodrigo Mello, o foco da indústria de hidrogênio verde no Rio Grande do Norte e no Brasil tende a se voltar para o mercado interno, antes de ganhar escala internacional.

“O mercado brasileiro é, num primeiro momento, mais atraente do que o de exportação. Embora o país tenha uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, com cerca de 45% a 50% de fontes renováveis, ainda há entre 50% e 55% de energia não renovável sendo consumida hoje. Isso representa um espaço importante de transição para o uso do H2V”, afirma.

Segundo ele, setores como transporte e siderurgia já apresentam demanda potencial para o uso desse hidrogênio como fonte de energia, além das indústrias que utilizam o insumo como matéria-prima, como as de alimentos e refino de combustíveis.

“Se o hidrogênio de baixo carbono estiver disponível em condições competitivas, não há por que a indústria continuar consumindo o hidrogênio cinza. Existe uma vastidão de consumo a ser explorada no mercado nacional, o que permite que essa indústria cresça de forma gradual, passo a passo, sem depender inicialmente de grandes projetos voltados à exportação”, diz.

Mello ressalta que, embora o mercado internacional seja relevante, o potencial de consumo interno ainda é significativo. “A exportação é atraente, mas há muito a ser desenvolvido dentro do próprio mercado brasileiro.”

Coluna Versátil News

Retrô94 mergulha em 1993 no projeto “94FM 40 Anos” e Semio Timeni entrevista Aldo Tinoco e Fernando Luiz

A Rádio 94 FM Natal dá continuidade ao grandioso projeto “94FM 40 Anos”, uma das maiores mobilizações institucionais de sua história, que marca a contagem regressiva para o aniversário de 40 anos da emissora, celebrado em 1º de dezembro de 2026. Iniciado em 23 de fevereiro, o projeto transforma memória em narrativa multiplataforma, unindo rádio, TV, conteúdos audiovisuais e interação com o público, reforçando o protagonismo da 94 FM na comunicação potiguar.

Na próxima terça-feira (14), o programa Retrô94, apresentado por Semio Timeni, transporta os ouvintes para o ano de 1993, um ano icônico na trajetória da emissora. Os convidados especiais são Aldo Tinoco Filho, ex-prefeito de Natal (1993-1996), e Fernando Luiz Tavares, cantor, compositor e apresentador de TV potiguar, que também tem sua história ligada a 94FM

Aldo Tinoco, engenheiro civil e sanitarista, comandou a prefeitura de Natal após o mandato de Wilma de Faria. Sua gestão foi marcada por ações decisivas em infraestrutura e planejamento urbano, incluindo discussões sobre o Plano Diretor da capital. Figura atuante na política local dos anos 90, ele marcou sua gestão pelas maiores obras de infraestrutura sanitária da nossa capital, marcando a vida dos natalenses até hoje.

Fernando Luiz é um ícone da cultura natalense: cantor e compositor desde 1972, no estilo romântico e brega, autor de sucessos como “Garotinha”. Pai da supermodelo e apresentadora Fernanda Tavares (fruto de seu casamento com Cheilha Correia), ele comanda o Programa Talento Potiguar na TV Ponta Negra (afiliada SBT). Radialista, escritor e idealizador de projetos sociais, superou um grave quadro de Covid-19 em 2021, com 42 dias de internação, e segue ativo na cena musical, participando de eventos como o Projeto Seis e Meia, interpretando clássicos da MPB.

O Retrô94 é composto por 40 semanas de programação musical especial no horário das 17h às 19h, cada semana comemorando um ano da vida da 94FM. E nas terças-feiras o programa trás entrevistas icônicas relativas àquele ano na vida da Cidade. Ele é parte das quatro frentes do “94FM 40 Anos”: série musical cronológica com contexto histórico, depoimentos de ouvintes, ex-colaboradores e parceiros, ação social e um grande evento final ao vivo.

Operando de forma 100% digital, a 94 FM consolida sua liderança entre classes A e B, expandindo-se além do Rio Grande do Norte pelas plataformas online.

Sintonize na terça-feira, a partir das 17h, na 94 FM (94.3 MHz) ou pelo canal do YouTube ou site da emissora. Uma viagem imperdível pelo som e pela história potiguar!

Coluna Versátil News

Prefeitura do Natal convoca candidatos aprovados em processo seletivo para profissionais da saúde


SMS | Publicado em: 14/04/2026

Crédito: SMS

Prefeitura do Natal convoca candidatos aprovados em processo seletivo para profissionais da saúde

A Prefeitura do Natal iniciou, nesta terça-feira (14), a convocação dos candidatos aprovados no Processo Seletivo Simplificado do Edital nº 001/2025 para apresentação de documentação e demais procedimentos necessários à contratação temporária. O certame contempla a contratação de profissionais para atuação na Rede de Atenção à Saúde do município.

A lista completa com os convocados está disponível no Diário Oficial do Município (DOM) desta terça-feira (14), acessível pelo endereço eletrônico: https://www.natal.rn.gov.br/dom. Os candidatos convocados deverão preencher o Formulário Eletrônico de Convocação. A entrega da documentação e demais procedimentos administrativos será realizada entre os dias 15 e 17 de abril, das 08h30 às 14h30, no auditório da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) Natal, localizada à Rua Fabrício Pedroza, 915, em Areia Preta.

A lotação dos candidatos ocorrerá conforme a necessidade da Administração Pública. O não comparecimento no período estabelecido implicará desclassificação automática, conforme disposto no edital. O processo seletivo contempla vagas para profissionais de níveis médio e superior, além da formação de cadastro de reserva. A medida busca manter o funcionamento regular dos serviços da rede municipal enquanto seguem os trâmites para a realização de um novo concurso público na área.

Rolar para cima